Interacionismo simbólico: raizes, críticas e perspectivas atuais

Amélia Siegel Correa

Resumo


Este artigo analisa o interacionismo simbólico sob uma perspectiva de longo prazo, partindo de suas origens pragmáticas, passando pelas críticas que recebeu até suas perspectivas atuais, com a revitalização da tradição. O fio que costura a análise vem do próprio pragmatismo e de uma leitura mais problematizada feita dessa origem. Esboçado esse plano geral, devo mencionar que a intenção não é tratar nenhum autor em especial, (com a exceção de Blumer na primeira parte, afinal, é unânime a sua paternidade no interacionismo). O propósito foi observar o movimento de uma perspectiva mais ampla, tanto de tempo quanto de produção, vinculando, sempre que possível, com o contexto histórico e com o campo da sociologia norte americana, em especial com o funcionalismo parsoniano. Sempre que possível, privilegiei textos que não existem em português,  como forma de ir um pouco além das discussões mais conhecidas que temos sobre o interacionismo. 


Palavras-chave


interacionismo simbólico; tradição pragmática; perspectivas sociológicas contemporênas.

Texto completo:

PDF

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Revista Brasileira de História & Ciências Sociais - RBHCS

Qualis Capes B1 - A Nacional

ISSN 2175-3423


 

Indexada em: 

 

A Revista Brasileira de História & Ciências Sociais utiliza  Licença Creative Commons Attribution 4.0

Creative Commons License

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia