Biopolítica, Narrativas Identitárias e Educação no Brasil (1900-1945)

Mozart Linhares da Silva

Resumo


O artigo problematiza as relações entre biopolítica, educação e narrativas identitárias no Brasil da primeira metade do século XX. Fazendo uso da categoria foucaultiana de biopolítica, inquire um contexto onde racismo científico, eugenia e sanitarismo são discutidos e confrontados com a problemática da miscigenação, o que implicou na construção da política de branqueamento, na “ideologia” da democracia racial, numa narrativa identitária baseada no não-racismo e na ideia de inclusão-exclusiva do negro na constituição do corpo-espécie da população. Destaca, ainda, como a educação, calcada nos princípios eugenistas, foi estratégica neste processo, sobretudo a partir dos anos 1930, quando foram definidas as bases sobre as quais as narrativas identitárias da nação foram constituídas

Palavras-chave


Biopolítica. Educação. História das Ideias

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.14295/rbhcs.v7i14.271

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Revista Brasileira de História & Ciências Sociais - RBHCS

Qualis Capes B1 - A Nacional

ISSN 2175-3423

 

 

A Revista Brasileira de História & Ciências Sociais utiliza  Licença Creative Commons Attribution 4.0

Creative Commons License

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia