Família adotante: estudo de caso de adoção tardia

Márcia Luzia Silva de Oliveira, Celina Maria Colino Magalhães, Janari da Silva Pedroso

Resumo


A pesquisa descreve episódios de uma família adotante de gêmeos na faixa etária de três anos e meio. Foram realizadas entrevistas semiestruturada com o casal na faixa etária de 50 a 63 anos de idade. A entrevista abordou eixos sobre o relacionamento conjugal, familiar, motivação e adoção. As respostas foram categorizadas em temáticas. Os principais resultados apontaram que, desde o inicio da relação, o casal já vivenciava diversas transições. Constata-se que após a adoção, o papel da parentalidade gera um período de conflitos, crises, dificuldade em orientar, educar, estabelecer regras e limites as crianças que viveram institucionalizadas desde os sete meses de vida. Além disso, o casal enfrenta a carga de preconceitos da sociedade em geral, das pessoas mais próximas em relação à decisão de adotarem crianças maiores. Destaca-se que é necessário suporte psicológico as famílias adotantes durante e após o processo de adoção tardia e a importância de um estudo longitudinal.

Palavras-chave


Adoção tardia, família adotante, parentalidade.

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Revista Brasileira de História & Ciências Sociais - RBHCS

Qualis Capes B1 - A Nacional

ISSN 2175-3423

 

 

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